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    June 24

    Mal de Amores

    O que é sofrer do mal de amores, eu que até achava piada de ver os outros apaixonados, a sonharem somente nas suas amadas/os, a caminharem com semblantes que mudam repentinamente, bastando só alguém lhes dizer algo sobre a sua amada/o, isso não era para mim.
    Mas eu também fui atingido pela seta do Cúpido, eu sei que o que acabei de escrever é piroso, lamechas, mas eu estou apaixonado, isso me permite ser piroso e lamechas, e permite-me ser ainda mais alguma coisa, estar apaixonado por ti, me faz ser eu próprio, ser quem sou, sem me importar com o que possam pensar de mim, sem receios, sabendo que tu me compreendes, eu sou livre do teu lado.
    És para mim, a Aurora que vem preencher de luz todo a minha escuridão, e tu sabes disso, porque eu não me canso de te dizer que te amo, que te quero, e mais outras coisas que temos um pelo o outro.
    Eu sei que o que sinto por ti é o mesmo que tu sentes por mim, o amor que sinto por ti se completa com o teu amor que sentes por mim.
    És como as margens do meu rio, que me abraçam, mas que ao mesmo tempo são fertilizadas por esse mesmo rio.
    Desculpem lá qualquer coisinha, estou a desabafar, é só isso, um desabafo que porventura, é também um declarar do que eu sinto por uma pessoa tão especial, e ela sabe quem é, e o que é para mim.
    Para ti, que és a minha metade, o meu outro eu, a minha mulher, amiga e amante, AMO-TE tanto e tão pouco.

    June 23

    Por nada de especial

    Por nada de especial, estou a escrever, decidi escrever por estar com saudades de ti, não esperava estar a escrever o que estou, por não pensava em me entregar a alguém, a me enamorar por quem quer que fosse, mas quando te conheci, abalaste os pilares do meu muro e destruíste as paredes que me separavam da vida, paredes essas que eu próprio ergui, que eu próprio nelas me enclausurei.
    Quando me surgiste na frente naquela tarde de feriado, não me apercebi de nada, julgava eu que ia conhecer uma rapariga que por coincidência, tem algo de comum comigo, mas fiz durante quase todo o tempo que estivemos juntos,um esforço para não olhar para ti, porque já aí te achava linda, és linda.
    Na segunda vez que nos vimos. aí já eu queria muito olhar para ti, mas tinha um certo receio de te incomodar com meu olhar, por isso desviei muitas vezes os meus olhos de ti, dei-te alguns desenhos que eu tinha feito sem entender para quem eram dirigidos. 
    Quando nos vimos no dia em que, no dia em que eu te toquei na face com um beijo, em que depois de ter ido jantar á pressa, fui ter contigo com medo que tivesses ido embora, mas quando te vi junto ás rosas, quase morri de felicidade, em o que aconteceu depois, que nem tu nem eu sabemos bem o que foi, quando te toquei coma a minha mão na tua face, que não era coma a minha mão que eu te queria ter tocado, mas era sim com os meus lábios nos teus, desde esse momento que eu te tenho dentro de mim.
    E quando te beijei mesmo, aí vi que és tu que eu procurava, quem me poderia trazer de volta á vida, que és a mulher que eu quero ter do meu lado para sempre, que eu quero amar, proteger, acarinhar, mimar, quero te dar tudo e mais um pouco de mim.  Agora sei também, que sou quem tu queres, quem tu amas, quem tu mimas, quem tu queres, quem tu acarinhas, a quem tu te dás sem receios como eu me dou a ti.
    O que vai acontecer de agora para a frente, vai ser muito bom, vamos ser o que queremos, felizes, temos todo o tempo do mundo, o resto das nossas vidas.

    Tu que sabes para quem eu escrevi tudo isto, tu que sabes quem és para mim , eu só tenho uma coisa a te dizer:


    AMO-TE
    June 16

    Por que caminhos . . .

    Por que caminhos é feita a vida de um ser, quando nasce um novo ser, ele não sabe, nem ele nem ninguém sabe que rumo vai ter a sua vida.
    Quando chega a uma idade em que já pensa e raciocina, ou seja, toma as suas próprias decisões, ele pensa que decide tomar um caminho para o seu futuro, que irá ser X ou Y, o que ele não sabe e como eu também não sabia, é que o sentido que se julga que a vida vai tomar, que se pretendia que ela tomasse, por vezes deixa de existir.
    A uma certa altura da vida, uma pessoa que já tinha decidido viver de uma certa maneira, diferente, só, viver sem amor, sem quem o amasse e sem amar alguém, e que nem sequer pensava que os últimos dias da sua vida seriam passados de outra forma, descobre que a vida nunca é o que parece, que sem esperar, encontra um outro ser, que passado algum tempo de convívio sem pedirem nada em troca um do outro, descobrem que se pertencem, e ele descobre que existe alguém que o ama, que ele ama alguém, e o que acontece, o rumo, o caminho por ele traçado, deixa de existir, perdeu a razão de existir.
     Foi isso que me aconteceu, descobri alguém por quem eu tenho o maior dos sentimentos, quem eu amo, e que sente o mesmo por mim, que me ama, sem esperar que isso viesse a acontecer, nos conhecemos, e após um simples tocar, uma sincera e descontraída caricia, que se mostrou muito mais do que foi, eu vi desaparecer da minha frente o caminho que eu pensava em seguir, e começou a surgir uma estrada, sim deixou de ser um caminho solitário e passou a ser uma estrada que se percorre acompanhado.
    Como o sentido da minha vida mudou, terei  de descobrir em conjunto, com a minha outra parte que rumo a dar á nossa vida, sim nossa vida, porque a partir de agora, eu deixei de ser eu e passei a ser nós, passámos a ser um em nós.

    Se a minha vida mudou, a tua também pode mudar, escolhe um novo rumo para a tua vida.
    May 19

    Outro Poema

    Este também não é meu, mas é a primeira quadra de um poema de Natália Correia, que para quem sabe o que é para mim, entenderá o versejo.

    Oh a mulher como é côncava
    de teclas ter no abdómen
    de sua porção de seda
    ser o curso do rio do homem.


    Poema

    Este poema não é meu, mas eu me vejo no que nele é versado

    SÓ EU SEI quanto me dói a separação!
    na minha nostalgia, fico desterrado
    à míngua de encontrar consolação.
    à pena no papel escrever não é dado
    sem que a lágrima trace, caindo teimosa,
    linhas de amor na página da face.
    se o meu grande orgulho não obstasse
    iria ver-te à noite: orvalho apaixonado
    de visita às pétalas da rosa.

    Al Mu'tamid, poeta da cidade de Silves, traduzido por Adalberto Alves
    May 18

    Past

    Existem situações, sinais, objectos e seres que influenciam o sentido do caminho que tomamos. ´´Em que sentido devo tomar a minha vida?`` Foi uma pergunta que eu fiz durante muito tempo, e a resposta era sempre a mesma, eu vou ser um ser sem futuro, e o caminho que eu buscava era o do meu fim, pensei que nunca seria feliz, não encontraria alguém, para quem eu teria alguma, mesmo que mínima importância, até que vi que poderia seguir um caminho diferente, um que deixaria de buscar a felicidade, mas deixaria para trás, o desejo do fim, um caminho de solidão.
    Mas por fim encontrei o que sempre busquei, encontrei um caminho, no qual sei que vou ser feliz, descobri alguém que para essa pessoa sou importante, e ela para mim o é também. Eu sei que este caminho que agora descobri, é capaz de ser muito difícil de o percorrer, sei que vamos encontrar muitos obstáculos, sim vamos, estou a falar no plural, porque essa pessoa quer percorrer o mesmo caminho que eu, do meu lado, mas ao ultrapassarmos esses e todos os outros obstáculos com os quais nos iremos deparar, tenho a certeza que alcançaremos juntos a felicidade e eu quero ser feliz do teu lado .

    Marés

    Quando as marés vão e vêem, o tempo passa, enquanto está baixa-mar, o rio dá vida a muitos seres, alimentando uns com a vida de outros, mas quando a maré começa a subir, a vida muda e aumenta de vitalidade. O rio transforma-se, fertilizando as suas margens, querendo dar uma nova vida à que já existe, fazer tudo para que a vida esteja pujante de força como ele está, repassando barreiras, obstáculos que surjam à frente dele, sem ter receio de transformar o que existe pelo caminho.

    May 14

    É estranho

    É estranho, uma pessoa pensa que se conhece, mas a vida de vez em quando prega partidas que nos atiram ao tapete, julgava eu que iria caminhar sempre sozinho, que não seria como os os restantes homens, feliz, ter quem me acarinhasse, que conhecesse e que me quisesse.
    É estranho, mas encontrei quem me quer, quem me acarinha, quem me conhece.
    É estranho mas é bom, uma pessoa encontrar alguém que gosta da nossa presença, de nos ouvir falar, mas eu encontrei, eu quero estar com ela, quero ouvi-la, quero acarinha-la, olhar para ela, quero ser feliz ao lado dela.
    É estranho, eu que julgava que não me apaixonaria, que não iria ter atitudes parvas, mas que aconteceu, aconteceu, e é tão bom, devo parecer parvo por estar a divulgar o meu amor por ( . . . ) na net, mas é assim, estou apaixonado.
    É estranho mas eu amo-te.
    May 11

    Como está o Rio

    Vejo que o rio que percorre a minha paisagem está diferente, tem mais força, está mais limpo, está a recebendo de um afluente, do qual nunca recebeu.
    Este afluente é novo, chegou-se a ele numa curva do destino.
    Esse influente afluente é belo, é de uma água linda, tem transposto muitos obstáculos, mas parece que estando em comunhão, estes dois rios se tornarão num só, e deles brotará tanta vida.
    Para onde caminham? Não sei. 
    O rumo que o meu rio tinha traçado para si mesmo, desapareceu, já não existe.
    O caminho a percorrer, terá de ser decidido pelos dois rios. Agora o meu rio está completo.
    Os dois lados se uniram .

    AMOR

    Para onde caminho,
    Ainda não sei.
    Tendo-te do meu lado,
    Rumo em comunhão.
    Indo, estando amando.
    Caminho com um sentido
    Imagem tua é o que me alumia.
    Amando, caminho até ti.

    Corroendo o meu ser,
    Amor que tenho por ti
    Recordando o teu corpo
    Lendo as minhas memórias,
    Observo-te em mim
    Sinto-te meu Amor.

    Quatro Elementos

    Que Fogo é este, que me queima e cega, mas ao mesmo tempo me purifica.
    Que Agua é esta, que ao lavar-me nela, até a alma me limpa.
    Que Terra é esta, que quando nela me deito, me acarinha e conforta.
    Que Ar é este, que ao tocar-me, é como me estivesses a beijar.
    May 08

    Mais uns poemas

    Poemas escritos já à muito tempo e aparentemente sem destinatária.

    ´´ De noite penso em nós,
    Juntos no Paraíso.
    Mas estamos sós
    Porque a Vida nos faz isso.

    De noite, em meu leito deitado,
    Só em sonhos te vejo.
    Desejando teu corpo acariciar,
    Em teus lábios colocar um beijo
    E para toda a eternidade te amar.

    Os meus pés, frios estão,
    Por não ter a companhia dos teus.
    Por ti a meu lado espero,
    Dentro em pouco e quero
    Com Amor te das os Céus,
       Se não,
    Dou-te só o meu coração.
    May 06

    Rio

    Num rio turbulento e nunca calmo, que destruía tudo e se destruía a si próprio, surgiu uma barragem, essa barreira veio lhe dar paz, calma e serenidade, e nesse mesmo momento, começaram ambos a produzir energia para as  populações em redor. E após a saída das aguas do rio pelas turbinas da dita barragem, já eram calmas mas fortes, e  ricas em vida, parece que voltava a ser como é junto à nascente, onde é puro e sereno, mas agora, cheio de força para alcançar  a foz.

    Amor

    Amor, tu que andavas tão fugidio,
    Acabei por te agarrar,
    A mim te prenderei.
    Andei triste e doentio,
    buscando alguém para abraçar.
    Esse alguém, eu já encontrei.
    Distante de mim está,
    Não por vontade dela.
    Mas não existe distancia para nós,
    O que interessa, é eu te AMAR.

    Vidas

    Viajando, só viajando sem motivos, vontades e objectivos, dou comigo perdido no meio de tanta gente perdida, sem rumo sem vida, eu limitei-me a apreciar o que me rodeava, mas quanto mais tempo ali, naquele limbo eu permanecesse, mais me perdia, mas parecia que eu não me importava, como não tinha motivos, objectivos, rumos e vontades, me estava a deixar ir.
    Mas por ali, acima dos perdidos vagueavam várias luzes, mas uma luz, que transportava um odor tão forte mas ao mesmo tempo agradável me prendeu os sentidos. Senti que se me prendesse à luz que vagueava, talvez seria salvo, lá me esforcei, e subi acima dos outros como eu, e aí tive a possibilidade de alcançar a luz que me salvaria, e me salvou mesmo.
    Mas ao salvar-me da perdição, me perdi na salvação, vou explicar melhor. Ao alcançar a luz que me salvou, vejo que eu tinha um rumo, uma vontade, um objectivo e um motivo, esse era o de encontrar esta luz, era ser salvo por ela, era encontrar quem nela viajava.
    Encontrei o que sem saber buscava à um eternidade, era a viajante daquela luz, eu andava perdido porque não estava completo, mas agora estou, encontrei a minha metade.
    Estou completo de novo, como à muito não estava, agora amo a VIDA que é como um rio, onde existe sempre surpresas.
    January 10

    de regresso

    De regresso. Eu sei que não tenho escrito nada desde já à nalgum tempo, mas isso não quer dizer que eu tenha deixado de ter o que dizer.
    Estando eu deleitando-me com prazeres mundanos, senti que algo me faltava, a minha vida parecia algo tão frívola como as personagens endinheiradas da
    ´´soap operas`` lusófonas que nos impingem todos os serões.
    Por fim, vi o que me faltava, vi que uma pessoa não necessita de comer muito para se sentir cheio, ou dito de outra forma, não é necessário ser rico para se ser feliz.
     E mais, a felicidade não provem somente do maior sentimento, o Amor, para se ser minimamente feliz, uma pessoa, no meu entender, deve ser verdadeiro com ele/a próprio/a, a partir daí viver um dia de cada vez, buscando o seu ´´pedaço de céu``( eu sei que é um cliché muito gasto, por isso vos peço desculpa).
     Um rio ao descer desde a sua nascente, encontra outros regaços de agua, com eles, se vai fortalecendo, abrindo caminho pelas encostas que encontra, abrindo caminhos por veredas que o impediam de ser livre, alargando as suas margens e ao chegar ao grande mar,ele será grande.
    October 05

    Democracia participativa

    De tempos a tempos, tento ser um pouco mais útil para a sociedade,  porque vejo que existe a necessidade de sermos interventivos no melhoramento dos espaços em vivemos, por isso vou de quando em vez assistir a reuniões, discussões em que o assunto é, a melhoria da sociedade, mas dou de cara com situações anedóticas produzidas por indivíduos e individualidades que nos representam.   Em tais ocasiões, vejo que existem pessoas que por desempenharem certas funções, funções essas, que deveriam servir um todo, e não servirem-se do todo, se julgam superiores aos demais, mas no meu ponto de vista, são mais pequenos que os mais pequenos vermes que habitam nos mais pequenos buracos.   Não entendo, o que é que esses «indivíduos»( é para não ser indelicado para quem possa ler este texto), pensam, lá por terem sido eleitos para fazerem algo pelos seus pares, não quer dizer que eles são os Escolhidos para andarem por aí com soberbos ares, e se servirem dos demais parvos, sim, parvos, que continuamos a achar que tudo isso é normal, que não é verdade.   Todos nós deveríamos ser mais intervencionistas no que se passa em nosso redor, li que existe uma coisa que se intitula  de Democracia Participativa, este tipo de Democracia, é mais do que participarmos com o nosso voto, nos dias de eleição, Democracia Participativa é termos conhecimento atempado de todas as acções que tenham influencia sobre a nossa qualidade de vida, é podermos votar sobre essas acções, é interagirmos, enquanto cidadãos preocupados ( que deveríamos todos ser) com as demais instituições ( Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, escolas, o conjunto dos empresários industriais e de comércio, associações, colectividades) para que possamos já começar a ter uma verdadeira Democracia .
    September 30

    Por caminhos . . .

    Por caminhos vazios de sol, andei perdido em busca de algo que nem me recordo do que buscava, ah, já sei, era de mim próprio.  Perdi-me em vielas cheias de falsas realidades, caminhos que nos levam a lugares de ilusão, julgando que alguma daquelas ilusões passassem a ser realidades, deixei-me levar pela vontade em acreditar, porque sentia falta em crer em algo.  Mas ao deixar-me levar, perdi-me do que era real, da vida que levava. Uma das ilusões, era ter da novo algo que já fora meu num passado muito bem passado, mas que me foi roubado, e que eu julgava nunca mais ver, libertou-se das suas grilhetas, e voltou para o meu redor, trazendo com ela uma nova realidade, realidade essa que me trouxe de volta ás ruas com vida. 
    Bom, como já regressei aos caminhos com luz e sombras, coabito conjuntamente com essa realidade e com as ilusões.
    August 25

    Nada de especial, ...

    ... mas, gostava de saber se existe mais alguém que para ele/a a vida seja como um rio, é que existem pessoas que que não entendem este conceito da Vida, ajudem-me a explicar-lhes de que, quando nascemos, saímos de dentro de uma fenda de um ser envoltos em agua,na nossa infância somos, na generalidade calmos como pequenos ribeiros, vamos crescendo, aumentando as nossas vidas com o que nos é dado pelos nossos afluentes (experiências, amizades aprendizagens), com isso vamos nos tornando mais fortes, tendo em certas alturas, uns rápidos um pouco perturbados e perturbantes, para logo a seguir, termos uma serenidade digna de um paraíso na Terra, depois chegam afluentes que nos engrandecem , e ajudam nos a criar ramais de nós próprios.
    Gostaria que me ajudassem fazer entender de que -A VIDA É COMO UM RIO .
    August 24

    Pensamentos

    Meus amigos, não tenho escrito, não é que não tenha assunto, não tenho tido tempo.
    Tempo, aquilo do qual todos somos escravos, escravos é um pouco forte, dependentes é o mais correto, quando estamos com tempo a mais, ou seja, quando estamos de férias ou de fim de semana ou até mesmo quando estamos a descansar num qualquer fim de um qualquer dia de trabalho, somos capazes de nos criticarmos porque '' o tempo não passa'', no oposto, quando estamos num engarrafamento a caminho do nosso afazer diário, quando o período de refeição ou os de pausa, são gastos sem nos darmos por isso, dizemos que ''não há tempo para nada''. Esta relógiodependência que nos consegue levar aos nossos extremos da paciência, é de fácil tratamento, o tratamento para essa «doença» é:   
    - Se temos de ser madrugadores por obrigação, devemos pensar que mais cedo nos iremos deitar, se somos morcegos por vontade alheia, devemos pensar, que enquanto outros labutam, eu estou nos braços de Morfeu.
    Bom, isto seria bom se fosse possível, mas não é, temos que nos contentar em tentar não olhar tantas vezes para aquele ignóbil objecto que não sai ( salvo raríssimas excepções) dos nossos pulsos.